O que é Disfunção Erétil, sintomas, tratamento, tem cura?

O que é Disfunção Erétil, sintomas, tratamento, tem cura?

O que é disfunção erétil?
A disfunção erétil (impotência sexual) é a dificuldade permanente do homem em obter ou manter uma ereção, podendo sinalizar doenças crônicas.

Muitos homens se assustam quando não conseguem manter uma ereção e, apesar de isso ser normal de vez em quando, esse acontecimento pode ser um sinal de que há algo de errado no corpo ou na mente do paciente. Se ocorre frequentemente (uma vez a cada 4 relações sexuais), o ideal é buscar um médico.

Estima-se que a impotência sexual afeta 12% dos homens abaixo de 60 anos de idade, desmistificando a ideia de que se trata de um problema da idade. No entanto, é um fato que ele é mais frequente nos idosos: entre os maiores de 70 anos, o problema ocorre em 30% dos homens.

As causas da disfunção erétil são bastante variadas, podendo ser de origem física (como doenças vasculares), psíquica (como depressão), ou até mesmo relacionadas ao estilo de vida (como o tabagismo).

Atualmente, existem vários tratamentos para a disfunção erétil, e ainda há outros sendo estudados. Por isso, não tenha vergonha de visitar um médico urologista caso você sofra do problema: com o tratamento, você só tem a ganhar!

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:
O que é disfunção erétil?
Como ocorre a ereção?
Causas
Fatores de risco
Disfunção erétil psicológica
Disfunção erétil em jovens
Broxei, e agora? Será que tenho disfunção erétil?
Sintomas
Diagnóstico: qual médico procurar?
Disfunção erétil tem cura?
Tratamento
Medicamentos para disfunção erétil
Convivendo
Prognóstico
Complicações
Como prevenir a disfunção erétil?
Como ocorre a ereção?
Às vezes ela surge do nada, noutras ela precisa de estímulos eróticos bem definidos para acontecer. De qualquer forma, a ereção depende de um mecanismo bastante específico para funcionar.

O pênis é composto por três tubos longos: dois corpos cavernosos que ficam lado a lado e um corpo esponjoso que abriga a uretra, localizado na parte de baixo do órgão.

Os corpos cavernosos são os responsáveis pelo aumento do volume e rigidez durante a ereção. Quando o órgão está relaxado, eles se assemelham mais a uma esponja seca e maleável. Já quando há ereção, o cérebro envia sinais para que as artérias da região sejam dilatadas, liberando mais sangue dentro desses tubos. Então, os corpos cavernosos são encharcados de sangue e aumentam de volume e rigidez, como uma esponja em contato com a água.

Esse aumento do volume nos tubos faz com que os corpos cavernosos “apertem” as veias que drenam o sangue do pênis, garantindo que o sangue fique lá, deixando o órgão rígido e volumoso para manter-se ereto por mais tempo.

Qualquer dificuldade nesse processo, desde os sinais nervosos até as dilatação das artérias, pode causar uma disfunção no mecanismo erétil.

Causas
A disfunção erétil está ligada a uma grande quantidade de causas, poucas delas verdadeiramente relacionadas diretamente ao pênis. Algumas são mais comuns em certas idades, enquanto outras podem acontecer a qualquer momento. Entenda:

Psicológicas
Ansiedade
A ansiedade é uma reação fisiológica normal nos momentos em que é preciso desempenhar algo. No entanto, ela pode ocorrer em momentos inoportunos e isso configura um transtorno psicológico.

No que tange a ereção, a ansiedade prejudica essa função por conta da liberação de adrenalina na corrente sanguínea. Esse hormônio faz com que os vasos sanguíneos fiquem mais estreitos e, por isso, o sangue tem dificuldades para chegar até o pênis.

Depressão
Outro transtorno psicológico relacionado à ereção é a depressão, caracterizada por intensa tristeza e perda de interesse em atividades prazerosas. Sabe-se que, em muitos casos, a depressão diminui a libido e, consequentemente, a ereção fica dificultada.

Estresse
Situações estressantes liberam diversos hormônios na corrente sanguínea que atrapalham a circulação até o pênis.

Orgânicas
Problemas vasculares
Como a ereção depende do fluxo de sangue para o pênis, qualquer condição que atrapalhe esse processo pode ser a causa da disfunção erétil. Alguns desses problemas são o endurecimento das artérias (arteriosclerose) que costuma acontecer com a idade, derrame cerebral, hipertensão, problemas cardíacos e colesterol elevado.

Problemas neurológicos
Lesões na medula espinhal, esclerose múltipla e a degeneração dos nervos são todas condições que podem estar ligadas à impotência sexual. Isso porque, não raramente, essas condições cortam o caminho dos nervos, impedindo a chegada de sinais nervosos até o pênis, ou até mesmo danificam os próprios nervos penianos.

Problemas hormonais
Os desequilíbrios hormonais, em especial a falta de testosterona, influenciam muito na possibilidade de ter uma ereção de qualidade.

Priapismo
O priapismo é uma condição na qual surge uma ereção não causada por desejo sexual, com duração atipicamente longa: 4 horas ou mais. Geralmente, isso acontece por conta de uma entrada anormal ou impedimento da saída do fluxo sanguíneo no pênis, gerando uma ereção prolongada.

O problema é que essa condição danifica os tecidos do pênis, o que pode, posteriormente, resultar em disfunção erétil.

Diabetes
Não raramente, a diabetes causa danos nos nervos ou nos vasos sanguíneos que levam o fluxo de sangue até o pênis, impedindo a ereção.

Medicamentos
Existem diversos medicamentos que têm como efeito colateral a impotência sexual. Anti-hipertensivos, antidepressivos e diuréticos são apenas alguns exemplos.

Cirurgias e radioterapia
Alguns procedimentos cirúrgicos podem ser a causa da disfunção, especialmente aquelas realizadas no abdômen, como cirurgias do intestino grosso, do reto, entre outros. O tratamento radioterápico na área pélvica também pode ser culpado. Cirurgias na próstata, em especial, são as que têm mais chances de desencadear o distúrbio.

Isso acontece porque esses procedimentos podem danificar nervos e vasos sanguíneos relacionados ao processo de ereção.

Doença de Peyronie
Mais comum após a meia-idade, a doença de Peyronie é caracterizada pela formação de uma placa de tecido duro ao longo dos tubos interiores do pênis (corpos cavernosos). Essa placa impede a flexibilização do órgão e dificulta a ereção, assim como causa o “encurvamento” do mesmo.

Traumas penianos
É muito raro que o pênis seja alvo de um trauma, mas isso acontece. Quando ereto, os corpos cavernosos se tornam tão duros que podem ser quebrados, da mesma maneira que um osso. Por isso, não estranhe se ouvir alguém dizendo que “quebrou o pênis”: isso é, de certa forma, possível.

No entanto, esse tipo de trauma ocorre apenas quando o pênis está ereto. Quando mole, os corpos cavernosos são maleáveis e suportam vários tipos de impactos. Por isso, a situação mais comum em que esses traumas ocorrem é justamente a relação sexual.

Estilo de vida
Consumo de álcool
O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso central que, quando consumida em excesso, provoca o relaxamento dos músculos. Esse relaxamento ocorre no nível do pênis também, que se encontra incapaz de manter uma ereção pelos músculos não conseguirem se manter tensionados.

Tabagismo
O tabagismo é um dos grandes fatores de risco para o surgimento da impotência sexual, sendo uma das maiores causas do problema na população mais jovem. Isso porque o tabaco traz alterações no sistema vascular, podendo impedir a chegada do sangue até o pênis.

Fatores de risco
De uma maneira geral, os fatores de risco ligados à disfunção erétil são os mesmos de doenças cardiovasculares. Isso até faz sentido, se formos pensar que a ereção é o fluxo intenso de sangue no pênis. Por isso, alguns fatores são:

Idade
Embora não haja qualquer indício de que a impotência sexual esteja relacionada ao envelhecimento, os problemas cardiovasculares são mais comuns a partir dos 40 anos de idade.

Obesidade
Fator de risco bastante significativo para doenças cardiovasculares, a obesidade também pode dificultar a ereção.

Diabetes
Estima-se que metade dos homens portadores da diabetes possuem, também, algum grau de disfunção erétil.

Hipertensão
A hipertensão (níveis elevados de pressão arterial) está ligada a casos de disfunção erétil grave.

Colesterol elevado
A possibilidade do colesterol “entupir” as artérias (aterosclerose) pode ser um fator de risco para a impotência sexual.

Transtornos mentais
A presença de qualquer transtorno mental pode aumentar muito os níveis de estresse do homem, que pode acabar sofrendo com disfunção erétil.

Disfunção erétil psicológica

Pouca gente sabe, mas uma das causas mais comuns da disfunção erétil é psicológica, e às vezes nem está relacionada a transtornos mentais em si!

Os homens crescem tendo sua sexualidade exaltada, como se o bom desempenho sexual fosse sinônimo de valor. Não é raro vermos homens que se acham “fracassados” por não encontrarem um(a) parceiro(a) ou por ainda serem virgens.

Deste modo, a pressão psicológica relacionada à sexualidade masculina é muito grande e, muitas vezes, isso acaba atrapalhando o desempenho sexual, gerando crises de ansiedade e medo.

Além disso, homens que têm dificuldades em encontrar parceiros(as) podem sofrer com baixa autoestima e depressão devido à importância que a sociedade dá a esse aspecto.

Hoje em dia, não é raro ouvirmos falar em doenças psicossomáticas, ou seja, doenças que começam na mente mas que se manifestam no corpo. Muitas vezes, a disfunção erétil não é nada mais nada menos que uma doença desse tipo.

Alguns psicólogos acreditam que a disfunção erétil pode estar relacionada a traumas da infância relacionados à rejeição e desaprovação dos pais, especialmente na fase em que o menino começa a se masturbar. Muitos pais não entendem que a masturbação infantil é um processo natural de descoberta do corpo e acabam desaprovando o comportamento do menino.

Essa rejeição gera sentimentos de culpa que impedem que o menino adquira prazer através da manipulação dos genitais, fazendo com que a energia psíquica não descarregada no prazer fisiológico seja descarregada na doença.

Sendo assim, podemos ver como o psicológico influencia muito na capacidade de adquirir e manter uma ereção de qualidade. Por isso, não se assuste caso o médico indique um tratamento baseado apenas com psicoterapia e medicamentos psicotrópicos.

Disfunção erétil em jovens
Existe um certo estigma que trata a impotência sexual como uma coisa da idade, mas isso não é verdade. Por ser, muitas vezes, causada por doenças crônicas que aparecem a partir dos 40 anos, muitas pessoas acreditam que é a idade que causa o problema. No entanto, pessoas jovens com as mesmas condições também podem apresentar o distúrbio.

Vale lembrar que as causas da disfunção erétil nos homens mais novos está mais relacionada ao estilo de vida — uso de drogas, consumo de álcool e tabaco — e problemas psicológicos que o jovem pode ter. Se um homem com menos de 40 anos apresenta impotência, dificilmente o problema estará relacionado a doenças cardíacas, hipertensão e diabetes.

No entanto, isso não quer dizer que o surgimento do problema no homem mais jovem não precisa ser investigado: ele pode sim ser um sinal de que há algo de errado no corpo. Caso o problema seja de origem psicológica, o tratamento de condições mentais pode ajudar bastante na qualidade de vida geral do paciente.

Broxei, e agora? Será que tenho disfunção erétil?
Todo homem já passou por isso: na hora do “vamos ver”, o pênis murcha ou simplesmente não sobe. A famosa “broxada” é encarada com vergonha por muitos, que acabam pedindo desculpas ao(à) parceiro(a) e dizem não saber o que está acontecendo, que é a primeira vez — por mais que já possa ter acontecido antes.

Pois bem, para começo de conversa, broxar vez ou outra é normal. Isso pode acontecer por diversos motivos como estresse, problemas emocionais, desregulações hormonais, entre outros, e não necessariamente configura uma impotência sexual. Até mesmo o ambiente pode influenciar na ereção.

Existem dias que as coisas simplesmente não vão pra frente e não tem nada de errado nisso. Por isso, não se preocupe caso tenha acontecido com você recentemente.

É importante, entretanto, prestar atenção na frequência em que isso acontece. Se, a cada 4 relações sexuais, a broxada se manifesta em pelo menos uma, pode ser um sinal de que se trata de algum problema.

Sintomas
Se você pensa que a disfunção erétil significa simplesmente que o pênis não fica duro, você está enganado! Existem diversas maneiras que a impotência pode se manifestar. Entenda:

Incapacidade em obter e manter a ereção
O sintoma mais clássico da disfunção erétil é a incapacidade de obter a ereção: não importa quantos estímulos estão presentes, o pênis simplesmente não fica ereto!

Outras vezes, ele até consegue ficar ereto, mas por pouco tempo. Passam-se poucos minutos e ele já começa a voltar para o estado flácido.

Demora para conseguir uma ereção
Em certos casos, o homem até consegue ter uma ereção duradoura, mas ela demora para acontecer. Esse tempo pode aumentar até mesmo dependendo da posição.

Ereção pequena ou rigidez insuficiente
Muitas vezes, o mecanismo de ereção até funciona, mas não consegue juntar sangue o suficiente para que o pênis aumente consideravelmente seu volume e fique verdadeiramente rígido. Nesses casos, ele parece ficar estagnado no meio do processo de ficar ereto.

Ejaculação precoce
Embora possa ser um distúrbio completamente diferente, às vezes a ejaculação precoce se faz presente na impotência sexual. Ela pode ocorrer pouco tempo após o pênis conseguir uma ereção ou até mesmo durante uma ereção parcial.

Ausência de ereções espontâneas
Você certamente já ouviu falar que, às vezes, o pênis fica ereto do nada, não é mesmo? Pela manhã ou durante o sono, esse é um fenômeno comum que significa simplesmente que o corpo está trabalhando bem durante o sono e que a saúde sexual do homem está perfeitamente bem.

É normal que o homem passe 20% do tempo do sono com o pênis ereto. No entanto, homens com disfunção erétil podem ter menos tempo de ereção durante o sono ou simplesmente não apresentá-la.

Dificuldade em manter a ereção com diferentes parceiros(as)
Homens que possuem mais de um(a) parceiro(a) sexual podem ter dificuldades em manter a ereção com alguns e, com outros, não. Isso pode acabar limitando sua vida sexual, além do fato de que o problema tende a reaparecer e comprometer, também, esses relacionamentos nos quais consegue ter ereção normalmente.

Outros sintomas relacionados
Alguns outros sintomas que não fazem parte da impotência sexual mas que podem estar relacionados ao problema são:

Curvatura acentuada do pênis;
Redução dos pelos corporais;
Atrofia ou ausência dos testículos;
Crises de ansiedade.
Diagnóstico: qual médico procurar?
No geral, o diagnóstico da disfunção erétil pode ser feito pelo próprio paciente, ao perceber que o fenômeno acontece durante várias relações sexuais. No entanto, esse autodiagnóstico não possibilita que o paciente saiba a causa do problema e, nessas situações, deve procurar um clínico geral ou um urologista para ter um diagnóstico conciso.

No consultório, o médico deve fazer perguntas sobre a vida sexual e saúde geral do paciente. Baseado nas respostas, ele pode identificar os fatores de risco e doenças subjacentes que podem estar causando o problema.

Avaliação física
Em um primeiro momento, o urologista pode querer avaliar o pênis em busca de algum sinal que pode indicar uma causa para a disfunção erétil. A partir dessa avaliação, é possível identificar problemas como doença de Peyronie, hipogonadismo ou hiperprolactinemia, entre outros.

Índice Internacional de Função Erétil (IIFE)
O IIFE é um questionário muito usado por urologistas para investigar a função erétil do paciente. As questões são voltadas a frequência e qualidade das ereções, sendo que, quanto melhores as respostas, maior a pontuação final. No total, é possível fazer 25 pontos e homens abaixo de 21 pontos são considerados impotentes.

As questões que compõem o questionário são as seguintes:

Como você classifica sua confiança em manter uma ereção?
Quando você tem ereções com estímulo sexual, com que frequência essas ereções alcançam a rigidez necessária para a penetração?
Durante a relação sexual, com que frequência você consegue manter a ereção após a penetração?
Durante a relação sexual, qual o nível de dificuldade para manter a ereção até o final?
Quando você tem relações sexuais, com que frequência elas são satisfatórias para você?
Ecodoppler peniano
Em alguns casos, o médico pode solicitar um exame chamado ecodoppler peniano, especialmente desenvolvido para identificar as causas da impotência sexual.

O exame é feito por meio de uma injeção intra-cavernosa de uma substância que provoca uma ereção rapidamente. A partir de então, pode-se avaliar a resposta erétil ao fármaco, o fluxo das artérias penianas, a velocidade desse fluxo, o índice de resistência, entre outros aspectos relacionados ao mecanismo de ereção.

Essa medição é feita por meio de um aparelho ultrassom que utiliza ondas sonoras para criar imagens dos tecidos e fluidos internos do corpo. O processo inteiro dura cerca de 30 minutos.

Avaliação psicológica
Quando se suspeita que o problema é psicogênico, o paciente pode ser submetido a uma avaliação psicológica. Junto com um psiquiatra e psicólogo, ele será capaz de identificar se há algum transtorno mental ou situações em sua vida que podem atrapalhar a ereção.

Outros exames
A fim de diagnosticar a causa do problema, o médico pode pedir exames de sangue e urina para determinar se há problemas como colesterol alto, níveis altos de glicose na corrente sanguínea, níveis baixos de testosterona, entre outros.

Disfunção erétil tem cura?
Felizmente, sim, a disfunção erétil tem cura. Atualmente, existem muitos tratamentos para as diversas causas da impotência e, embora algumas condições subjacentes não possam ser curadas, muitas podem ser tratadas e controladas, restaurando a possibilidade de ereção.

Tratamento

O tratamento depende muito das causas subjacentes da doença. No entanto, existem alguns métodos específicos para o problema. São eles:

Mudanças no estilo de vida
Homens que fumam, bebem e usam drogas devem parar com esses hábitos para conseguir restaurar o fluxo sanguíneo no pênis. Além disso, um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine defende que a prática de exercícios físicos melhora a disfunção erétil. No entanto, estes só devem ser realizados com liberação médica.

Psicoterapia e psiquiatria
Se o problema é psicogênico, o tratamento com um psicólogo é uma das melhores alternativas. O psicoterapeuta é o especialista em saúde mental capaz de identificar e tratar os distúrbios e transtornos mentais que podem levar a uma impotência sexual.

O paciente pode, também, consultar-se com um psiquiatra, que trata os transtornos da mente com medicamentos. Vale lembrar que, nesses casos, tratar-se apenas com um sem consultar o outro pode não ser tão eficaz quanto os dois tratamentos juntos.

Medicamentos orais
Existem alguns medicamentos que ajudam o mecanismo erétil a funcionar melhor. Geralmente, estes são os inibidores da fosfodiesterase 5, que agem na pressão arterial, liberando passagem para que o sangue vá para o pênis.

Além disso, esses medicamentos amplificam o sinal do óxido nítrico, uma substância natural que causa o relaxamento dos músculos penianos e promovem a dilatação das artérias locais. Ou seja, esses medicamentos não são afrodisíacos e precisam da estimulação sexual para funcionar. Quando esta é feita, os fármacos ajudam a manter a ereção.

Bomba de vácuo
A bomba de vácuo é um tratamento não invasivo que possibilita ereções devido a geração de uma pressão negativa, que faz com que os corpos cavernosos tenham que ser preenchidos com o sangue.

Esse dispositivo é formado por um cilindro, uma bomba que retira o ar e anéis constritores para manter a ereção. Funciona assim:

Um anel constritor é colocado na ponta aberta do cilindro;
O homem coloca o pênis dentro do cilindro;
Utiliza-se a bomba para retirar o ar de dentro do cilindro e gerar o vácuo;
Esse vácuo cria uma pressão negativa, que faz com que o sangue entre no pênis;
Quando o pênis fica ereto, o anel constritor é movido até a base do pênis, dificultando a saída do fluxo na região e prolongando a ereção.
Injeção peniana
Nem sempre os medicamentos orais funcionam e, por isso, existem outras alternativas. Uma delas é a injeção peniana, que o paciente aplica em si mesmo na base do pênis antes da relação sexual. Essa injeção aumenta o fluxo sanguíneo e permite a ereção.

Terapia intra-uretral
Outra alternativa é a aplicação de uma cápsula de medicamento na uretra, que permite o aumento do fluxo sanguíneo local.

Prótese peniana
Caso nenhum dos tratamentos anteriores tenha funcionado bem, considera-se a aplicação de uma prótese peniana por meio de um procedimento cirúrgico.

Existem diversos tipos de próteses para melhor satisfazer o cliente. Enquanto algumas podem ficar aparentes quando o pênis está relaxado, outras proporcionam uma aparência mais natural.

Dependendo do médico e da acessibilidade, o paciente pode escolher entre próteses maleáveis (semi-rígidas), articuláveis ou infláveis.

Em geral, as próteses consistem em dois cilindros sintéticos — de materiais variáveis — que são colocados dentro dos corpos cavernosos, ocupando 70% do espaço desses corpos. Deste modo, as artérias precisam preencher apenas 30% do espaço, facilitando o processo erétil.

No caso das próteses infláveis, os cilindros ficam conectados a uma bomba com líquido, que deve ser ativada para que haja a ereção. Uma grande desvantagem é que, após a colocação deste tipo de prótese, o homem não será mais capaz de ter ereções espontâneas.

Vale lembrar que este é um tratamento irreversível e, por isso, só é considerado como última opção.

Terapia de Ondas Acústicas de Baixa Intensidade
Existem estudos que mostram que o uso de ondas acústicas (elétricas) de baixa intensidade ajuda a melhorar a circulação sanguínea peniana ao estimular a geração de novos vasos sanguíneos.

No entanto, esses estudos ainda são muito limitados e o processo precisa ser mais amplamente investigado para que essa opção de tratamento esteja acessível para todos.

Tratamento natural
Existem diversos alimentos com poder afrodisíaco que podem ajudar no casos de disfunção erétil leve a moderada. No entanto, não se pode comprovar cientificamente a eficácia e a segurança das receitas caseiras afrodisíacas e, por isso, é necessário cautela.

Sempre consulte seu médico antes de iniciar qualquer tipo de tratamento caseiro, pois somente ele saberá se isso pode causar efeitos colaterais indesejáveis ou interações medicamentosas perigosas.

Algumas receitas que podem ser experimentadas são:

Solução de ervas
Você precisará de:

100g de Alecrim;
100g de Chapéu de Couro;
100g de Catuaba (a planta, não a bebida alcoólica).
Modo de preparo:

Em um recipiente, adicione os 100g de cada uma das ervas. Prefira um recipiente fechado para que possa guardar as ervas para novas infusões;
Ferva 1 litro de água e desligue o fogo;
Adicione 2 colheres de sopa da mistura de ervas na água fervida;
Tampe e deixe descansando por 15 minutos;
Coe a mistura e beba uma xícara de chá 3 vezes ao dia durante 15 dias.
Mel, ginseng, hortelã e guaraná
Você precisará de:

1 colher de sopa de guaraná em pó;
1 colher de sopa de folhas de hortelã;
1 colher de sopa de ginseng em pó;
1 xícara e ½ de mel.
Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes em um pote que possa ser guardado — não é preciso ferver;
Tome 1 colher de sopa da mistura todos os dias pela manhã.
Esse remédio é contraindicado para hipertensos, diabéticos e mulheres grávidas.

Chá de orégano
Ferva 15g de orégano em meio litro de água e tome 1 xícara do chá todos os dias.

Solução de alho
Descasque 2 dentes de alho, amasse e deixe de molho em 1 litro de água durante 6 horas. Não é preciso ferver. Coe e divida a água em 3 doses iguais.

Tome uma dose da solução 3 vezes ao dia.

Alimentação
Alguns alimentos que consumimos no dia a dia são bastante úteis na hora de garantir a performance sexual. Adicione os alimentos abaixo na sua dieta e perceba a diferença:

Melancia
Apesar de ser composta principalmente por água, a melancia também é rica em licopeno, uma substância antioxidante com efeitos benéficos na pele, próstata e coração;

Ostras
Esses frutos do mar ajudam a manter os níveis de testosterona altos, conferindo maior desejo sexual;

Café
A cafeína é uma substância naturalmente presente no café que auxilia na circulação sanguínea. Caso você não goste de café, existem diversas outras bebidas que contêm quantidades significativas da substância, como chás, refrigerantes e bebidas esportivas;

Chocolate amargo
O chocolate é rico em flavonóides, uma substância química presente nas plantas que trazem diversos benefícios para o coração e para a circulação. O melhor chocolate nesse quesito é o amargo, pois contém concentrações maiores de cacau.

No entanto, lembre-se de maneirar: recomenda-se o consumo de 25g (4 quadradinhos) de chocolate por dia. Comer mais que isso pode trazendo mais malefícios do que benefícios.

Nozes
As nozes são ricas em arginina, um aminoácido que o corpo utiliza para produzir óxido nítrico (que ajudam a relaxar os músculos penianos e iniciar uma ereção). No entanto, não se deve comer demais: nozes são bastante calóricas, o que contribui para o aumento do peso.

Suco de uva e romã
Esses dois sucos também auxiliam na produção de óxido nítrico, ajudando no momento da ereção. O vinho, no entanto, não causa o mesmo efeito.

Alho
O alho é um alimento que faz mais efeito a longo prazo, pois ajuda a manter as artérias limpas, impedindo a formação de placas de gordura — uma das possíveis causas para a disfunção erétil.

Peixes
O consumo de peixes, assim com o alho, é benéfico para as artérias. Isso porque algumas espécies são ricas em ômega 3, uma gordura “boazinha” que ajuda a manter as artérias limpas. Exemplos dessas espécies são sardinhas, salmão e atum fresco.

Vegetais
Alguns tipos de vegetais, como a couve-de-folhas, ajuda nos níveis de óxido nítrico e proporcionam diversos nutrientes importantes para o organismo. Além disso, podem ser ricos em ômega 3, ajudando na saúde das artérias.

Pimenta
Pimentas do tipo caiena, jalapeño, habanero e chili contêm substâncias que ajudam a relaxar as artérias, promovendo melhor fluxo sanguíneo no corpo inteiro — inclusive no pênis.

Óleo de oliva
Esse óleo, muito utilizado na culinária brasileira, é bastante benéfico para o homem impotente: ele ajuda o corpo a produzir maiores quantidades de testosterona, assim como gorduras monoinsaturadas, que ajudam a manter as artérias saudáveis.

Tratamentos alternativos
Existem, ainda, algumas técnicas que podem ser tentadas para alívio da disfunção erétil. No entanto, não há comprovação científica de que estas funcionam.

Massagem prostática
Há quem acredite que massagens na região da próstata podem ajudar na impotência. Essa técnica consiste em massagear em torno da virilha para auxiliar o fluxo sanguíneo até o pênis. Entretanto, não existem muitos estudos comprovando a eficácia dessa técnica.

Acupuntura
Embora as pesquisas sejam escassas e pouco conclusivas, acredita-se que a acupuntura possa ajudar nos casos de disfunção erétil psicológica. Essa técnica consiste na aplicação de finas agulhas na pele a fim de causar pressão em pontos determinados que promovem uma ação terapêutica.

Exercício do assoalho pélvico
O assoalho pélvico é composto por diversos músculos que atuam diretamente na ereção. Um pequeno estudo envolvendo 55 homens utilizou os exercícios desses músculos para tentar recuperar a função erétil e, após 6 meses, 40% desses homens tiveram resultados positivos.

Quer tentar exercitar seu assoalho pélvico? Pois bem:

Primeiramente, você precisa identificar seus músculos do assoalho pélvico. Para isso, ao urinar, tente parar o jato. Os músculos usados nesse processo são o assoalho pélvico. Perceba, também, que os testículos se contraem quando você usa esses músculos;
Sabendo quais são os músculos do assoalho pélvico, é hora de exercitá-los: mantenha os músculos contraídos de 5 a 20 segundos e, em seguida, relaxe;
Repita esse processo de 10 a 20 vezes, cerca de 3 vezes por dia.
Medicamentos para disfunção erétil
Os medicamentos frequentemente recomendados para disfunção erétil são:

Sildenafila (Viagra);
Vardenafila (Levitra);
Tadalafila (Cialis);
Alprostadil (Caverject).
Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Convivendo

A convivência com a disfunção erétil pode não ser muito fácil, visto que a atividade sexual é importante para o bem-estar do ser humano. No entanto, com os tratamentos, isso deve ficar mais fácil.

Algumas outras dicas que você pode adotar para ajudar no tratamento são:

Mantenha uma dieta equilibrada: Alimente-se com os nutrientes necessários para manter um corpo saudável. Evite as gorduras saturadas que promovem aumento do colesterol e alimentos muito calóricos que facilitam o aumento de peso;
Faça exercícios físicos frequentemente: A prática de exercícios regulares é benéfica para a circulação e ajuda a perder peso;
Evite fumar e beber: Esses dois hábitos são bastante prejudiciais não apenas no desempenho sexual e você tem muito a ganhar ao combater o tabagismo e o alcoolismo;
Esteja em dia com os medicamentos: Caso você precise tomar medicamentos para alguma condição como, por exemplo, pressão alta, é de extrema importância que você esteja seguindo o tratamento corretamente para evitar a impotência sexual;
Resolva os problemas em casal: Muitas vezes, o problema fica ainda pior quando há tensão entre o casal. Considere fazer terapia de casal caso a comunicação entre os dois esteja muito dificultada.
Prognóstico
Na maior parte dos casos, o prognóstico da disfunção erétil é bom, visto que existem muitos tratamentos para o problema nos dias de hoje. Já os piores prognósticos estão ligados a casos nos quais há uma doença adjacente que causa danos nos nervos ou artérias do pênis, como a diabetes.

Complicações
Dificuldade para manter relações sexuais
Por conta da dificuldade em obter e manter uma ereção, o paciente impotente não tratado pode enfrentar desafios para manter relações sexuais. No entanto, vale lembrar que estas não consistem apenas na penetração e o paciente ainda será capaz de proporcionar prazer a(ao) parceira(o) por outros meios.

Transtornos psicológicos
Se, por um lado, a disfunção erétil pode ser causada por transtornos mentais, ela também pode causá-los. Isso porque os homens são ensinados que o sexo é uma das coisas mais valiosas para eles e que a falta ou a dificuldade em realizar esta prática faz com que eles percam seu valor.

Se o homem cai nas “más línguas”, ele pode ficar até mesmo com a fama de “broxa”, o que acaba criando muitos sentimentos negativos que podem levar à baixa autoestima e depressão.

Leia também: comprar remédios para ereção

Incapacidade de ter filhos
Não conseguir ter uma ereção impossibilita a penetração e ejaculação no canal vaginal, etapa importante para que a mulher possa conceber. Caso este seja o desejo do casal, essa tarefa é bastante dificultada. No entanto, hoje em dia existem opções de fertilização in vitro que podem solucionar o problema.

Problemas no relacionamento
Caso a(o) parceira(o) não seja compreensiva(o), o homem pode vivenciar problemas no relacionamento, que podem culminar na separação do casal.

Como prevenir a disfunção erétil?
Não existe uma maneira própria de prevenir a disfunção erétil, até porque ela costuma ser resultado de alguma condição subjacente. No entanto, ter um estilo de vida saudável que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares pode ser de grande ajuda. Para isso, basta seguir as dicas citadas em “Convivendo”.

Além disso, estar em dia com a saúde mental também pode evitar a perda da libido característica da depressão ou os sentimentos de ansiedade muito comuns na hora do ato sexual.

Muito temida pelos homens, a disfunção erétil é tida como uma doença da velhice, quando, na verdade, não é, e qualquer um está sujeito a ela. Além disso, suas causas estão, muitas vezes, relacionadas a problemas graves que o homem pode nem estar sabendo que tem!

Por isso, é bastante importante que eles estejam informados sobre o problema e procurem ajuda o mais rápido possível. Compartilhe este texto para que mais pessoas tenham acesso a essas informações!

Problemas que mulheres enfrentam para chegar ao orgasmo

Várias reações fisiológicas

Em caso de excitação sexual, os seios ganham volume (especialmente seios grandes). Os mamilos são eretos e as aréolas aumentam, com veias mais aparentes. A pele, por sua vez, desempenha um papel importante no prazer. Sua sensibilidade aumenta com a excitação. As carícias de certas áreas, que deixariam a mulher de mármore fora do contexto sexual, causam um impacto quando ela está “no calor do momento”. Por outro lado, certos estímulos em partes mais sensíveis de seu corpo podem ser sentidos como desagradáveis. Aqui, novamente, isso varia de acordo com a pessoa. A vasodilatação também causa uma sensação de calor. Uma vermelhidão mais ou menos difusa cobrirá especialmente a face, o tórax e a parte superior do abdômen. Os alunos tendem a se dilatar.

Estado modificado de consciência

A excitação aumenta, a mulher (assim como o homem) entra em um modo modificado de consciência, um segundo estado. Isso pode explicar os comportamentos menos racionais ou desinibidos adotados, às vezes, durante momentos de excitação, como sexo desprotegido ou comportamentos inesperados que a mulher nunca teria imaginado de excitação (por modéstia, tabu, educação, crenças etc. .) ou quem teria até mesmo repugnado ela. É também graças a esses momentos de desinibição que a mulher pode evoluir constantemente em sua sexualidade, em qualquer idade, aprendendo a apreciar novas práticas para excitar e alcançar o prazer.

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Causas e fatores de risco

Distúrbios do orgasmo podem ser desencadeados por uma variedade de fatores, alguns dos quais são altamente prevalentes. Os fatores orgânicos mais comuns incluem a hipertensão arterial e seus tratamentos ou incontinência urinária (incluindo a apreensão de um “vazamento” durante o ato sexual, se o acidente já aconteceu, é tanto o medo de que a vergonha impeça a mulher de gozar, mesmo fazendo sexo). A falta de atividade física e diabetes também podem ser fatores de risco. Uma perturbação da excitação também pode levar a um distúrbio do orgasmo, porque a dificuldade do orgasmo é acompanhada por um sentimento muito ruim da fase de excitação. Alguns antidepressivos às vezes diminuem significativamente o poder orgástico.

Alguns fatores psicossociais também podem desempenhar um papel importante: o orgasmo implica uma total libertação, não fácil para todos, e pode, portanto, ser inibido pelo medo de perder o controle e auto-controle. Por várias razões, a mulher (e o homem também) pode temer não controlar a situação, sua imagem, sua aparência, gritar(muito, muito alto), ter uma emissão de urina ou gás involuntário, etc.

Note também que o parceiro e o relacionamento do casal desempenhar um papel central no orgasmo feminino, e constituem uma das principais causas de doenças, inclusive. dos problemas dos pares e conflitos, tais como o medo do abandono, infidelidade, ou estimulação inadequada pelo parceiro, pode ter efeitos negativos sobre a capacidade de atingir o orgasmo. A falta de comunicação verbal e não verbal sobre quer e precisa de estimulação (posições definir cena sexual, etc.) entre os parceiros prevalece fortemente durante a problemas de orgasmo. Muitas mulheres permanecem passiva durante o sexo, muitas vezes simplesmente esperar por seu parceiro adivinhe seria torná-los bem e o que gostaria que ele para fazê-las. Muitos outros fatores, passar do estresse ou depressão à falta de consciência do próprio corpo também pode criar um distúrbio. Em qualquer caso, é importante discutir essas questões com o médico para identificá-las.

Lidando com a Disfunção Erétil após o Câncer de Próstata

Lidando com a Disfunção Erétil após o Câncer de Próstata

Inicialmente, muitos homens que recebem o diagnóstico de câncer de próstata têm alguma disfunção erétil durante os primeiros meses após o tratamento. A razão para isso é simples: toda região que controla o aspecto físico de uma ereção é incrivelmente delicada, e qualquer traumatismo nesta região provocará alterações.

No entanto, é importante saber que após um ano do término do tratamento, quase todos os homens apresentam melhora substancial. Atualmente, aproximadamente de 40 a 50% dos homens que realizam uma prostatectomia com preservação dos nervos, retomam à função sexual como antes do diagnóstico após dois anos, e de 30 a 60% dos pacientes retomam antes mesmo desse tempo. Estas taxas variam muito com a extensão da doença antes da cirurgia e também de paciente para paciente.

Aproximadamente 25 a 50% dos homens que fazem braquiterapia terão disfunção erétil em comparação com quase 50% dos homens que recebem radiação externa. Após dois a três anos, poucos homens terão melhorias e, ocasionalmente, estes números pioram com o tempo, uma vez que a radiação tem efeitos colaterais tardios.

Além disso, os homens com outras doenças ou distúrbios que afetam sua capacidade de manter uma ereção, como diabetes ou problemas vasculares, têm mais dificuldade para voltar à sua função pré-tratamento.

Gerenciando a Disfunção Erétil

Quando um homem está sexualmente excitado, os nervos eretores que percorrem os lados do pênis estimulam os músculos para relaxar, o que permite que o sangue entre rapidamente. Ao mesmo tempo, pequenas válvulas localizadas na base do pênis se fecham, impedindo que o sangue circule de volta para sair do pênis, de modo que permaneça rígido.

Medicamentos

Os medicamentos orais para a disfunção relaxam os músculos do pênis, o que permite que o sangue flua rapidamente para dentro. Em média, as drogas requerem cerca de uma hora para começar a atuar. Aproximadamente 75% dos homens que realizam a prostatectomia radical com preservação dos nervos ou as formas mais precisas da radioterapia, conseguem ereções após a administração dos medicamentos.

Além dos medicamentos orais, existem vários tratamentos alternativos que podem ser úteis para homens com disfunção erétil.

Dispositivos Mecânicos

Para aqueles homens que não possam ou não queiram realizar tratamento medicamentoso para ajudar a melhorar a função erétil, existem outras opções, como o dispositivo de constrição a vácuo ou bomba a vácuo.

Esse dispositivo cria uma ereção mecanicamente forçada e é considerada a maneira mais simples, eficaz e sem medicamentos, de produzir uma ereção com qualidade. Cerca de 80% dos homens consideram útil o uso do dispositivo, uma vez que as ereções obtidas são de boa qualidade e duram mais tempo do que as naturais. Normalmente, elas não desaparecem após o orgasmo. Uma vez aprendida a técnica, o homem fica seguro de ter ereções consistentes.

Leia também: Aumento peniano métodos

Opções Cirúrgicas

Outra opção para o tratamento da disfunção é a inserção cirúrgica de um implante peniano, que implica na substituição do mecanismo de ereção natural do corpo por um sistema de ereção artificial.

Converse com seu médico sobre a indicação do implante para o seu caso procurando esclarecer detalhes básicos do procedimento, como irreversibilidade da cirurgia, tipos de próteses disponíveis bem como suas vantagens e desvantagens.

Avaliação das dores nas articulações

Avaliação

Ao avaliar a dor nas articulações, o médico primeiro tenta determinar se é causado por uma condição articular ou por uma doença grave de todo o corpo (sistêmica). Um distúrbio sistêmico grave pode exigir tratamento específico imediato. As informações a seguir podem ajudar a determinar quando consultar um médico e o que esperar durante a avaliação.

Sinais de aviso

Em pessoas com múltiplas articulações que são dolorosas, os sintomas que podem exigir uma avaliação rápida incluem

 

inchaço, calor e vermelhidão das articulações

erupções cutâneas, espinhas ou manchas roxas recentes

feridas na boca, nariz ou genitais

dor no peito, falta de ar ou tosse recente ou grave

dor abdominal

febre, suores ou calafrios

vermelhidão ou dor ocular

Quando ver um médico

Pessoas com sinais de aviso devem consultar um médico imediatamente. Uma pessoa que não tem um sinal de aviso deve chamar um médico. Este último decide a rapidez com que deve ser visto de acordo com a gravidade e localização da dor, a presença ou ausência de inchaço nas articulações, um possível diagnóstico prévio da causa, bem como outros fatores. . Em geral, um atraso de alguns dias não representa um problema.

O que o médico faz

O médico primeiro pergunta sobre os sintomas do paciente e o histórico médico. Ele então realiza um exame clínico. O que ele encontra durante o exame clínico e a análise dos antecedentes frequentemente sugerem uma causa da dor articular, bem como os testes a serem realizados ( algumas causas e características da dor que afetam diversas articulações ).

O médico indaga sobre a gravidade da dor, seu início (súbito ou progressivo), a mudança nos sintomas ao longo do tempo e os fatores que aumentam ou diminuem a dor (por exemplo, repouso ou movimento, ou hora do dia em que os sintomas pioram ou desaparecem). Ele perguntou se havia rigidez ou inchaço nas articulações, distúrbios articulares já diagnosticados ou risco de exposição a doenças sexualmente transmissíveis ou doença de Lyme.

Ele então realiza um exame clínico completo. Ele controla todas as articulações (incluindo as da coluna), procurando por inchaço, vermelhidão, calor, sensibilidade e ruído causado por movimentos articulares (crepitações). A amplitude total de movimento das articulações é testada, primeiro pela pessoa sem ajuda (amplitude de movimento ativa) e depois pelo médico (amplitude passiva de movimento). Este exame ajuda a determinar qual estrutura está causando a dor e se há inflamação. O médico também verifica os olhos, boca, nariz e genitais em busca de sinais de feridas ou outros sinais de inflamação. Possíveis erupções são procuradas na pele. Os linfonodos são palpados e os pulmões e o coração examinados. O médico testa, em geral, a função do sistema nervoso para poder detectar distúrbios musculares ou nervosos.

Certos elementos dão-lhe indicações úteis sobre a causa procurada. Por exemplo, se a sensibilidade está ao redor, mas não acima, da articulação, a causa é provavelmente bursite ou tendinite. Se estiver presente em todos os lugares, a fibromialgia é possível. Se a coluna é sensível, bem como as articulações, as possíveis causas incluem osteoartrite, artrite reativa, espondilite anquilosante e artrite psoriática. Os sintomas nas mãos da pessoa podem permitir ao médico distinguir entre artrite reumatóide e osteoartrite, dois tipos de artrite que são particularmente comuns. Por exemplo, é mais provável que a artrite reumatóide afete as grandes articulações dos dedos (aquelas que ligam os dedos à mão), bem como o pulso. É mais provável que a osteoartrite afete a articulação do dedo perto da unha. É improvável que o pulso seja afetado pela osteoartrite, exceto na base do polegar.]

E se você quer algum medicamento para te ajudar com dores nas articulações conheça o Regenemax.

Como Emagrecer: Cardápio e Dicas Para Emagrecer Saudável!

Como Emagrecer: Cardápio e Dicas Para Emagrecer Saudável!

Olá, aqui é o Dr. Rocha falando e hoje iremos abordar um assunto que é do interesse de muitas pessoas: como emagrecer.

Índices Alarmantes de Obesidade e Sobrepeso
Um estudo recente divulgado pelo IBGE mostra um crescente número de obesos, além de pessoas com sobrepeso espalhadas por todo Brasil. Os dados são alarmantes, pois a porcentagem de brasileiros que estão com o IMC maior do que 25 (que significa obesidade ou sobrepeso) é de mais de 60%, ou seja, cerca de 82 milhões de brasileiros estão acima do peso.

No quesito comparação entre sexo, as mulheres levam a infeliz vantagem sobre os homens: de todas as mulheres do país, 58,2% estão acima do peso, enquanto que nos homens esse número é de 55,6% por cento.

Os números só mostram a urgência, bem como a necessidade de se pensar em políticas públicas adequadas para fazer com que as pessoas possam emagrecer com saúde.

A Cultura da Má Alimentação

Infelizmente a má alimentação do brasileiro é algo cultural e é passada entre gerações. A utilização de farináceos e açúcares para preparo dos alimentos é um dos principais erros que levam ao ganho de peso e dificulta o processo de emagrecer ou então de perder barriga.

Açúcares e farinhas são os principais vilões de quem quer emagrecer ou então busca uma vida saudável e eu explico o motivo disso. Esses tipos de alimentos possuem alto índice de carga glicêmica, ou seja, assim que são ingeridos são rapidamente absorvidos e caem na corrente sanguínea elevando assim a taxa de glicose presente no sangue.

Esse aumento rápido de glicose na circulação sanguínea faz com que grandes doses de insulina sejam também liberadas. A insulina facilita a entrada da glicose nas células. Porém, quando é liberada em grande quantidade e o organismo percebe que já tem a dose necessária de glicose para bom funcionamento, ele estoca toda essa glicose em forma de gordura para ser utilizada posteriormente.

Essa gordura armazenada fica nos lugares mais indesejados do corpo, como abdome, culote, coxas e braços. Por isso o consumo excessivo de açúcares e farinhas deve ser evitado.

Só de evitar esses alimentos você terá grandes resultados. Entretanto, para potencializar a queima de gordura é preciso adotar a alimentação estratégica. Eu ensino de forma simples como fazer para emagrecer de verdade. Tudo de forma 100% natural e comprovada pela boa ciência. Para descobrir acesse o Treinamento online clicando aqui.

EU QUERO EMAGRECER COM SAÚDE

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Dietas Restritivas e Dietas da Moda

No desejo de emagrecer rápido é comum pessoas aderirem a todo o tipo de dietas. Entre as principais podemos citar as dietas restritivas e dietas da moda. Aviso de antemão que essas dietas precisam ser evitadas, se você quer emagrecer com saúde evite tudo que está na moda.

Uma dieta restritiva pode funcionar no início, porém, pensando em longo prazo ela vai fazer com que você ganhe todo o peso perdido. Em uma dieta restritiva o paciente se priva de alimentos, dessa forma, o organismo utiliza sua gordura como fonte energética, o que automaticamente faz com que a pessoa emagreça. Por outro lado, há também perda considerável de massa magra.

Porém, ao voltar a se alimentar da mesma maneira, o organismo se lembra do período em que foi privado de alimentação e estoca mais energia do que o necessário caso passe por outro período de falta de alimentos.

Esse estoque de energia é armazenado em forma de gordura, portanto você pode até emagrecer com uma dieta restritiva, mas ganha todo (ou mais) peso novamente.

Além de dietas restritivas e da moda, muitas pessoas utilizam remédios para emagrecer. Devo salientar que isso também é errado.

Muitos remédios para emagrecer são controlados e podem causar uma série de danos neurológicos e hormonais ao paciente que pensa em emagrecer rápido dessa maneira.

A utilização de determinados medicamentos pode resultar em uma hepatite medicamentosa e/ou até mesmo em um hipotireoidismo. Prejudicando totalmente a saúde do paciente.

EMAGREÇA SEM ENGANAÇÃO E SEM REMÉDIOS

Afinal, como emagrecer?
Emagrecer e se manter saudável é um grande desejo de muitas pessoas, por isso sou questionado de maneira frequente por minhas alunas da seguinte forma: Dr. Rocha, existe uma dieta para emagrecer? Como perder peso rápido?

Eu respondo que não há uma fórmula mágica para emagrecer, o que existe são combinações de fatores que podem levar a uma perda de peso satisfatória e saudável para as pessoas.

Enquanto pessoas acreditarem que existe um alimento milagroso único para emagrecer e não modificar hábitos, o emagrecimento não será nem um pouco saudável ou benéfico.

Como Emagrecer Com Alimentação Estratégica
Uma alimentação estratégica deve ser a escolha para quem busca emagrecer com saúde. Se você quer perder peso de maneira saudável, então deve ser alimentar dessa maneira.

Evite todos os tipos de alimentos que sejam feitos com farinhas e açúcares, tais como massas e pães, eles possuem alto índice glicêmico e são totalmente danosos ao seu organismo.

Invista em uma alimentação repleta de vegetais verdes folhosos, que são ricos em vitaminas e minerais, além de antioxidantes que tem o poder de desintoxicar o organismo. Entre os principais exemplos de vegetais verdes folhosos eu cito: Agrião, rúcula, alface, couve-flor, brócolis, couve, repolho e acelga.

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Procure também ingerir alimentos ricos em gorduras de qualidade e proteínas de alto valor biológico. Esses tipos de nutrientes são indispensáveis para fornecimento de energia, manutenção de tecidos, além de garantir um bom funcionamento do sistema imunológico. Entre os principais alimentos fonte gorduras boas e proteínas eu cito: Azeite de oliva, ovos, leite, queijos, carne vermelha, peixes gordos.

É isso mesmo. A carne vermelha não é vilã do emagrecimento e ainda te ajuda a potencializar o processo de perda de peso. Eu conto tudo isso para as minhas alunas do projeto Viver Magra.

Dicas Para Emagrecer
Muitas alunas buscando um emagrecimento saudável me pedem algumas dicas para emagrecer rápido e saudavelmente. Para mim, as principais dicas de emagrecimento são:

Evite alimentos ricos em farinhas e açúcares;
Pratique atividades físicas intervaladas;
Preze pela ingestão de vegetais verdes folhosos;
Ingira sempre boas fontes de gordura;
Procure dormir bem;
Não se esqueça de ingerir proteínas de alto valor biológico;
Um exemplo de cardápio saudável e estratégico para emagrecer é:

Café da manhã: Omelete de dois ovos, com uma colher de azeite, acompanhado de um pedaço de queijo ou iogurte natural integral.

Almoço: Salada grande e variada de vegetais verdes folhosos, temperada com limão e uma dose generosa de azeite de oliva. Para acompanhamento um pedaço de carne vermelha grelhada ou a carne de sua preferência (peixes, aves, suína).

Jantar: Vegetais verdes folhosos cozidos no vapor, regados com azeite oliva acompanhados de uma posta de salmão grelhado na manteiga.

Ou omelete recheado com vegetais como tomates, abobrinha, cebola, salsa, cebolinha e frango desfiado.

Para beber, prefira sucos de vegetais ou de limão devido ao baixo teor de açúcar e alto teor de fibras.

Emagrecer é mais fácil do que muita gente pensa, mas às vezes requer um pequeno empurrãozinho.

Seguindo minhas dicas você certamente terá êxito e irá emagrecer com saúde.

Eu vou ficando por aqui.

Me despeço desejando paz, saúde, amor e felicidade.

Gostou do texto? Curta, comente e compartilhe!

Até o próximo artigo.

Forte abraço.

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Clareamento Dental caseiro com dentista

Clareamento Dental caseiro com dentista

Sempre quis fazer um clareamento dental, mas confesso que algumas vezes tive um certo receio por medo da sensibilidade, mas fazemos tantas coisas (oi, depilação), que o que seria uma sensibilidadezinha comparada ao resultado final de dentes mais brancos?! Então achei que estava mais do que na hora de deixar esse receio de lado e fazer um! E posso começar dizendo que não foi nada daquela sensação que eu esperava e que adorei o resultado do meu clareamento dental caseiro!

Então, como fazer um clareamento dental caseiro?

Existem alguns tipos de clareamento dental, como o clareamento a laser feito em consultório com dentista ou o que fazemos em casa com gel (também chamado de clareamento dental caseiro) e também pode ser feito um clareamento em que se misturam esses dois, claro que todos sempre com acompanhamento do dentista, mesmo no caseiro.

Quem foi a responsável pelo meu clareamento dental foi a Dra. Emanuele Piccinin que atende aqui em Curitiba e aconselhou no meu caso a fazer o clareamento com gel clareador (o caseiro), pois é o que traria maiores resultados para deixar os meus dentes mais brancos. Ela também me explicou que a sensibilidade depende muito de cada paciente (alguns podem sentir mais sensibilidade e outros sentir menos sensibilidade), assim como o nível que seus dentes podem ficar mais brancos (existe uma escala de dentes que vão dos mais brancos aos mais amarelos) e o tempo de tratamento.

Nessa foto logo abaixo estou segurando uma amostra de um dente da cor que estavam meus dentes antes de iniciar o clareamento, a Dra. Emanuele Piccinin usou uma escala de cores (que mostro mais para baixo) e conferimos que eles estavam na cor A3 antes de iniciar o tratamento.

Vamos ao que todo mundo quer saber: o resultado final. Meus dentes ficaram três tons mais brancos que estavam no início. Mais para o final do post explico melhor sobre como funciona a escala de cores VITA para nossos dentes.

• Como é fazer um clareamento dental com gel clareador:
A Dra. Emanuele Piccinin me indicou fazermos o clareamento com gel clareador, nessa forma fazemos duas moldeiras (uma superior e uma inferior) e você precisa aplicar o gel nas moldeiras e ficar com elas por pelo menos 4 horas por dia em casa mesmo (você também pode dormir com elas sem problemas, porque depois das quatro horas dormindo, o gel na moldeira não fará mais efeito). Vou explicar como funciona esse clareamento dental caseiro em mais detalhes, porque confesso que eu não tinha muita ideia de como era o processo de aplicar esse gel em casa (e sou daquelas que gosta de saber tudo antes).

O primeiro passo antes de começar o clareamento, é fazer uma limpeza no consultório para que os dentes estejam bem limpos e o tratamento seja mais eficiente, resultando em um melhor efeito na cor dos seus dentes.

Depois, o segundo passo é fazer as moldeiras que você vai usar para a aplicação do gel branqueador em casa. Para fazer as moldeiras, é como fazer aquelas que fazemos para aparelho ortodôntico, é para criar um molde certinho dos seus dentes através de uma moldagem e é dentro dessas moldeiras transparentes que você vai colocar o gel clareador. Olha só como elas são:

Moldeiras de clareamento dental com gel
Provavelmente a foto mais “bizarra” do blog (na verdade o post hoje está cheio de fotos técnicas), mas eu realmente queria mostrar elas para vocês, pois não encontrei muita gente mostrando. Elas são transparentes e maleáveis, são feitas de um material soft e resiliente, quando você coloca na boca, depois de uns minutinhos, nem sente que elas estão lá.

O gel do clareamento dental caseiro vem em seringas como essa aqui (Gel clareador 16% Whitness Perfect da marca FGM).
Em casa você vai pegar as moldeiras e, na hora de usar, vai colocar a quantidade recomendada pela dentista do gel clareador nas moldeiras. O gel vem em seringas (como essa da foto acima) e eu colocava uma gotinha de gel no espaço para cada dente nas moldeiras. Depois, você só encaixa as moldeiras na boca e pronto!

É importante comentar que o gel de clareamento dental caseiro é vendido apenas nos consultórios dos dentistas ou com receita do dentista, para evitar um uso indiscriminado desse gel, que pode ser nocivo aos seus dentes.

Usando as moldeiras do clareamento caseiro, elas ficam assim na boca.
Eu tirei essa foto usando as moldeiras quando estava usando elas no meu sétimo dia de tratamento e já estava vendo meus dentes ficarem mais brancos.

De acordo com cada paciente, a dentista que vai recomendar o tempo diário que você vai usar as moldeiras com o gel clareador. A Dra. Emanuele Piccinin me passou para usar por pelo menos 4h todos os dias. Você pode usar elas enquanto dorme ou, se preferir em algum outro horário, mas é necessário que sejam as quatro horas seguidas e usar durante a noite acaba sendo mais cômodo, quando você não tem nenhum compromisso e nenhuma ligação importante (rs rs). Você consegue falar normalmente, mas pelo menos no início sua voz não vai sair igual, pra quem já usou aparelho, é a mesma coisa.

Ela me recomendou usar o gel todos os dias, mas comentou que se eu tivesse muita sensibilidade, eu poderia usar dia sim e dia não. Então a frequência do uso também varia de acordo com cada paciente e a sensibilidade de cada um. Mas eu praticamente não tive sensibilidade nenhuma, foi bem tranquilo. Se teve um dia ou dois em que eu pensei que estava com sensibilidade e achei que ia fazer um intervalinho de um dia, quando chegou de noite, fiz direto todos os dias por cinco semanas. Para falar a verdade, de acordo com os comentários que eu ouvia, eu confesso que achava que seria muito pior em relação à sensibilidade nos dentes durante o clareamento e foi quase nada.

Ainda sobre a sensibilidade, para quem tem sensibilidade durante o clareamento, depois de finalizado o tratamento com o gel, volta tudo ao normal.

• Duração do clareamento dental caseiro com gel:

A duração do tempo que você vai ficar fazendo a aplicação do gel clareador em casa também varia de acordo com cada caso. A princípio, a duração média é de três a quatro semanas, mas vai depender de como seus dentes vão reagir. E você pode começar a ver uma mudança a partir do terceiro dia de uso do gel do clareamento.

Começamos o tratamento com duas seringas do gel, (com concentração de 16% de peróxido de carbamida) que durariam duas semanas, eu já comecei a notar um clareamento nos meus dentes nessas duas semanas, mas conversando com a Dra. Emanuele, seria possível continuar o tratamento, mudamos para outra marca de gel clareador e com o segundo agente clareador – o peróxido de hidrogênio) e comecei a ver ainda mais resultado nas próximas três semanas, terminando com os meus dentes muito mais brancos! Ou seja, ao total foram cinco semanas, deixando aquele tom amarelado do início para trás e deixando meus dentes três tons mais brancos.

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Essa é a escala VITA, uma escala de cores que mostra os diferentes tons dos nossos dentes, desde os tons mais amarelados até o tom mais branco. Nessa foto a escala não está na ordem certinha do mais amarelo ao mais branco, mas o tom mais branco da escala é o B1, e foi bem nesse tom que meus dentes chegaram. Em cinco semana fazendo o clareamento dental caseiro, meus dentes ficaram do tom mais branco da escala.

Achei essa foto na internet, mas é essa a escala de cores dos nossos dentes, e eu coloquei as setinhas para vocês verem minha cor de antes e a de depois.

• A evitar durante o clareamento dental:
No período em que você está fazendo o clareamento dental, você vai precisar deixar de lado alguns alimentos muito coloridos que pigmentam os dentes.

Os alimentos a serem evitados durante um clareamento dental são: beterraba, chocolate, bebidas como refrigerantes (em especial a Coca-Cola) vinho tinto, suco de uva tinto, chá preto, café preto e molhos coloridos (açafrão principalmente). A dica, caso você esqueça que deveria evitar alguns desses alimentos é enxaguar bem a boca e escovar os dentes logo depois de comer, ou então aos adeptos do café preto, tomar com leite. O “truque” da Dra.Emanuele é se você for muito viciado em café, tomar ele com canudinho! Uma vez o liquido passando diretamente para a garganta, o mesmo não passa pelos dentes anteriores e não prejudica o clareamento dental! Mas ela alertou que é para usar esse “truque” poucas vezes durante o tratamento – apenas nas situações emergências onde não conseguimos controlar a vontade do café.

• Clareamento Dental Caseiro pode ser feito sozinho em casa?

Nops, não. É sempre muito importante fazer uma avaliação com a dentista antes, pois só um profissional vai poder dizer qual a melhor técnica, por quanto tempo realizá-la, por quanto tempo usar o gel (no caso do clareamento caseiro), como maximizar os resultados e o que fazer caso haja sensibilidade.

Psicoterapia para ajudar na disfunção erétil

O objectivo fundamental da psicoterapia eficaz para a  impotência sexual masculina é estabelecer um nível de intimidade no casal que coloca ambos os parceiros à vontade, estimular o desejo sexual e aliviar o desconforto e vergonha associada com  distúrbio erétil . 
Causas orgânicas e psicológicas (tanto individuais quanto relacionadas à esfera da vida conjugal) são integradas e influenciam em um circuito sério de manutenção que deve ser prontamente interrompido: por isso a abordagem moderna da impotência desempenho sexual masculino só pode ser multidisciplinar e integrada, onde mais e mais médicos especialistas, urologistas de primeira linha uro ou endocrinologistas, complementar sua formação com uma sexologia sólida preparação e psicoterapia (Dèttore, 2001).

O tratamento da disfunção erétil envolve uma abordagem multifatorial que leva em conta tanto o aspecto orgânico quanto o relacional e psicológico. No caso de serem detectadas causas orgânicas, o urologista ou o andrologista avaliarão a possibilidade de remédios farmacológicos, hormonais ou cirúrgicos para o tratamento da disfunção erétil . Vale ressaltar que, mesmo quando uma causa orgânica é estabelecida, a avaliação dos aspectos psicológicos envolvidos no distúrbio também é fundamental: como já foi dito, ansiedade e / ou sintomas depressivos estão frequentemente presentes na comorbidade com os problemas de disfunção erétil. Nesse sentido, entrar em contato com especialistas do setor de saúde mental pode ser útil para diagnosticar e possivelmente tratar a sintomatologia psicopatológica associada à disfunção erétil .

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Ainda mais, se você não está incluindo possíveis causas orgânicas e médicos, o tratamento de escolha para a disfunção eréctil – cuja origem há fatores psicológicos- é a psicoterapia sexo logical e cognitivo-comportamental reconhece que a literatura científica tão eficaz no tratamento deste tipo de disfunção sexual. A psicoterapia cognitivo-comportamental permite abordar os principais fatores de início e manutenção dos sintomas que desencadeiam múltiplos círculos viciosos disfuncionais entre emoções, pensamentos e comportamentos disfuncionais, enfocando a unidade somato psíquica, a personalidade e a história de vida do sujeito afetado pela disfunção erétil .

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para disfunção erétil

terapia para a orientação cognitiva-comportamental para a impotência sexual masculina estruturado com momentos de psicoeducativo (isto é, os momentos de tensão para transmitir uma melhor compreensão das causas do problema e, mais geralmente, dos mecanismos subjacentes ao processo de montagem), Técnico comportamental (como o Sensory Focusing II criado por Masters e Johnson, que envolve o envolvimento do parceiro, enfocando assim a relação do casal) e cognitivo (exame de crenças relacionadas ao sexo e ereção).

O procedimento de focalização sensorial para disfunção erétil

O procedimento de Focalização Sensorial geralmente requer que os parceiros interajam acariciando o corpo nu por sua vez, em um ambiente relaxado, gradualmente incluindo a área genital. O fulcro do método é, por ordem expressa do terapeuta, a proibição absoluta da penetração, com a possibilidade de atingir o orgasmo com qualquer outra técnica. Desta forma, a esfera sexual, uma conotação negativa como resultado da disfunção eréctil , é explorado por meio de outras vias, de uma forma gradual, em um ambiente livre de tensões e objetivos particulares, de modo que a ansiedade de desempenho sobre a penetração não existe . Para promover a estimulação tátil e melhorar a comunicação sexual, lubrificantes, óleos perfumados e até mesmo vibradores podem ser usados.

Durante a Focalização Sensorial, a mulher estimula manualmente o pênis do homem com o objetivo de gerar uma ereção mais ou menos completa; então é necessário que a parceira interrompa a estimulação para diminuir a ereção. O ciclo é repetido várias vezes, com o objectivo de homem demonstram que a ereção pode diminuir naturalmente, mesmo que possam ser recuperados e que, acima de tudo, não é essencial que o homem manter constantemente uma ereção (apenas porque pode ser induzida novamente), uma crença disfuncional típica na base da ansiedade de desempenho, o alvo da terapia comportamental cognitiva (Master e Johnson, 1970, citado em Dèttore, 2001).

Nesse ponto, Kaplan (1970) sugere a prática do coito não exigente, no qual a mulher insere o pênis ereto do parceiro dentro da vagina, geralmente de pé acima dele e fazendo movimentos lentos e ligeiramente amplos, como um passo a mais a relação sexual real (citada em Dèttore, 2001). Esta prática pode ser combinada com um treino sobre fantasias sexuais, de modo a aumentar ainda mais a sua excitação e, ao mesmo tempo, impedir o surgimento de quaisquer pensamentos de ansiedade (Dèttore, 2001).

Impotência Masculina – Causas e Tratamentos

Impotência Masculina – Causas e Tratamentos

Isso nunca aconteceu antes… Famosa frase que é tão conhecida para justificar a impotência masculina naquele momento. Qual mulher experiente em relações sexuais que nunca esteve em uma situação constrangedora desse tipo e claro, não soube como agir.

Imaginem para um homem que teve uma educação machista em que homem não pode nunca falhar? Certamente é uma situação muito constrangedora para o ambos, ainda que casados há muitos anos, quando a impotência masculina aparece é um sinal de alerta para o casal. A impotência masculina pode chegar repentinamente ou ir acontecendo aos poucos.

Você sabe como se dá a ereção do pênis? O órgão sexual masculino é cheio de túneis, como uma colmeia de abelha, cheia de passagens internas, os corpos cavernosos como são chamados. Esses, com a excitação sexual ou estímulo hormonal, os corpos cavernosos se enchem de sangue e aí a ereção acontece.

O problema é quando esses corpos cavernosos não são totalmente inundados pelo sangue, a ereção pode não ser completa ou parcial (meia bomba), mesmo se o homem deseja estar assim.

Se há excitação sexual mas não é um resultado esperado para uma penetração efetiva em diversas vezes, então, aconselha-se a procurar um medico para diagnosticar o que pode estar impedindo essa ereção completa.

As Causas da Impotência Masculina
As causas podem ser diversas, mas podemos dizer que 90% das vezes é algum problema fisiológico de ordem orgânica e os outros 10% de ordem psicológica. As patologias que podem favorecer uma impotência masculina é em sua grande maioria ligada a hábitos alimentares e também a forma de vida daquele homem.

As causas psicológicas para a impotência masculina é voltada para o stress do dia a dia, ansiedade, problemas no trabalho, com dívidas e até mesmo por um momento de querer ser o maior amante na cama.

A ânsia por uma performance de Don Juan pode fazer com que o corpo trabalhe contra aquele homem proporcionando uma ereção pela metade ou mesmo uma falta dela. Pressão por parte da mulher nesses casos pode piorar o problema, sob pressão os homens tendem a ficar mais nervosos e ai a ereção não acontecerá mesmo e com razão, quem gosta de ser pressionado?

As causas físicas para a impotência masculina podem ser desde um problema com entrada do sangue no corpo cavernoso do pênis até doenças sistêmicas e complexas como doenças vasculares.

Para esse diagnostico ninguém melhor que um médico urologista, ele certamente está apto a investigar as causas e proporcionar um tratamento. O uso de drogas, medicamentos controlados e modo de vida do homem também afeta e pode trazer uma impotência masculina precoce.

Uso de drogas, cigarros, má alimentação, aumento de peso e vida sedentária são fatores importantes a se levar em conta em um caso de impotência sexual em homens jovens. A ingestão de bebidas alcoólicas em grandes quantidades frequentemente também podem ser a causa de uma impotência sexual. Homens que bebem além da conta podem ficar impotentes ainda jovens.

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Aliás, a impotência masculina também pode chegar com a queda dos hormônios, a andropausa estão para o homem assim como a menopausa para a mulher. Com a queda significativa da testosterona, a impotência acontece.

Para ajudar nesses casos de andropausa, medicamentos repositores hormonais são indicados para o homem recuperar a ereção. Porém deve-se ter consciência do problema e não esperar um desempenho sexual perfeito.

Caso todos os tratamentos não funcionem, o último recurso é o implante de próteses que são feitos por cirurgiões plásticos ou urologistas, mas claro em ultimo caso.

DICA: Para ajudar os casais tentantes a aumentar o prazer na relação sexual, o uso de gels lubrificantes que fazem o papel do muco da mulher como o FamiGel pode ser utilizado.

Mulheres, saber lidar com o parceiro nessas horas é fundamental. Se deve levar o acontecido com naturalidade e não cobrar demais do parceiro. A ereção é apenas uma das formas de sexo, se enfrenta um problema desse tipo use a imaginação e procure deixar o seu companheiro a vontade, quem sabe as coisas não resolvam por si só? Paciência, amor e carinho.

Homens, não tenham vergonha de procurar ajuda. A melhor coisa a se fazer nesses casos é procurar um médico, fazer exames e se tratar. A maioria dos casos de impotência é simples de resolver, devemos extinguir a mentalidade de que revelar um mal tão comum nos dias de hoje, tirará a masculinidade. Problemas todos temos e devemos dar a devida atenção e tratar, abaixo pré conceito e viva uma vida sexual plena e cheia de contentamento.

Disfunção erétil e diálogo de casal

Disfunção erétil: conversar com seu parceiro é o primeiro passo para tratar o distúrbio.

Pois uma série de preconceitos tende a ser ocultada. A disfunção eréctil , no entanto, deve ser visto como o que é: uma doença a ser submetido à atenção médica.

Dotado, comodato, musculoso, viril, incansável e sempre pronto para qualquer tipo de aventura. Aqui está uma descrição que não se desvia muito do protótipo do “amante latino”, o que no imaginário coletivo tem sido por muitos anos o genuíno homem italiano.

No entanto, em média, um em cada três anos sofre de disfunção erétil, conhecida como ” impotência“. Mas o distúrbio também ocorre, não raramente, na faixa etária entre 20 e 40 anos.

E, o que é pior, a patologia tende a permanecer escondida – forte é constrangimento! – porque muitas vezes é associado a um defeito de masculinidade, em vez de ser considerado pelo que é mais frequente: um espião de problemas de saúde que deve ser diagnosticado o mais rápido possível.

Adquira consciência com ela

Na maioria das vezes, os homens sentem vergonha de falar sobre o problema. Alguns recorrem secretamente a remédios alternativos que muitas vezes não oferecem garantias de seriedade (inúmeros sites da Internet, por exemplo, anunciam afrodisíacos de qualidade e eficácia duvidosas).

Ou pior, eles tomam um caminho impróprio – e, como as crônicas ensinaram, correm sérios riscos – medicamentos que devem ser prescritos pelo médico.

E, de qualquer forma, eles não dizem nada, a tal ponto que muitas vezes o mesmo parceiro suspeita do problema e toma iniciativas. Ou, quando decidem falar sobre isso, a situação é realmente séria.

Os homens, por outro lado, ignoram dois aspectos muito importantes:

  • em primeiro lugar, o distúrbio erétil, especialmente quando mantido oculto, pode comprometer o relacionamento do casal;
  • em segundo lugar, o envolvimento do parceiro é importante e pode oferecer uma contribuição em termos de compreensão e ajuda prática.

O que fazer

Uma primeira referência pode e deve ser o médico de família, que conhece bem seus pacientes e, mesmo que não consiga resolver o problema sozinho, pode ajudar a enquadrá-lo em uma primeira série de exames de sangue simples e até mesmo usando questionários simples. Investigações mais detalhadas podem ser realizadas pelo especialista (por exemplo, um ultra-som, um exame urológico …)

Será então este avental branco para abordar, quando necessário, o urologista, o andrologista, o endocrinologista ou outros especialistas em conjunto com outros distúrbios, como diabetes ou problemas cardiovasculares.

Infelizmente, como evidenciado pela evidência, a notificação ao médico de uma disfunção erétil ocorre em média após dois anos de seu aparecimento, quando a depressão , ansiedade ou resultados de trauma ou aterosclerose – as principais causas da disfunção erétil – provavelmente se consolidaram.

No território nacional existe uma rede de centros públicos que lidam com a andrologia. E mesmo neste caso, a mulher pode ser favorável, talvez evitando atrasos na consulta médica que, às vezes, são muito prejudiciais.
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Um hábito por enquanto só feminino

Para a mulher, de fato, é óbvio dirigir-se ao ginecologista para uma simples consulta de prevenção ou check-up, enquanto ainda não se espalhou sensibilidade suficiente dentro da categoria masculina em relação aos distúrbios da esfera genital e sexual.

É por isso que pode ser o parceiro que aconselha ir a um dos especialistas que lidam com distúrbios sexuais masculinos.

Seria sempre preferível, no entanto, contactar um deles apenas depois de ter realizado, sob aconselhamento do médico de família, testes de diagnóstico úteis para sugerir o melhor caminho a seguir para chegar a uma solução eficaz.

A diferença de idade afeta a sexualidade?

Muitas personalidades têm mais de dez anos de diferença com o parceiro. Essa diferença é um ativo ou uma desvantagem para o casal? O amor e a sexualidade vivem de maneira diferente, dependendo de o homem ou a mulher serem mais velhos?

De acordo com um estudo do INSEE publicado em setembro de 2016, 8% dos casais têm mais de uma década de diferença. Muitas vezes é o homem que é mais velho, mas o oposto também existe, mesmo que seja menos comum. Em ambos os casos, a diferença de idade em termos de sexo nunca é trivial … Explicações do Dr. Sylvain Mimoun, ginecologista, andrologista e membro do comitê científico da revista Health.

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A diferença de idade aumenta a libido?

No início do relacionamento, essa diferença é um estímulo para ambos os parceiros. Isso despertará impulsos no homem mais velho, enquanto ele poderia ter adormecido em um casal com um parceiro da mesma idade que ele. Da mesma forma, a mulher mais velha fará de tudo para satisfazer seu jovem amante. E pensar em sua conquista “jovem” necessariamente favorecerá a libido. Além disso, a longo prazo, para ficar em pé e manter o outro, eles não vão adormecer em seus louros … Isso aumentará o torque.

No caso de homens jovens que são muito inibidos em relação às mulheres, eles podem sentir-se inicialmente tranquilizados por uma mulher mais velha que representa a mãe. Eles terão menos medo e serão capazes de funcionar melhor. O problema é que, a longo prazo, a imagem da mãenão é um bom estimulante para a sexualidade …

Ela liberta sexualidade?

O interesse da idade é que nós temos mais experiência, sabemos como fazer mais coisas, há menos proibições – elas foram varridas uma vez ou outra – nós sabemos que nos estimula ambos. Todos podem, portanto, ser encorajados pelo parceiro mais experiente, viver um egoísmo compartilhado onde todos podem se concentrar em seus próprios sentimentos, amplificando-os.

Assim, quando tudo correr bem, a autoconfiança estará presente, as mulheres terão melhor lubrificação e os homens uma melhor ereção. Para o parceiro mais novo, também é hora de aproveitar a experiência um do outro, sem medo de não estar à altura. Ele ou ela pode sempre pedir a seu parceiro para “aprendê-lo”, o que não deixará de lisonjear “o professor”! Sentindo-se confortáveis ​​um com o outro, eles realmente liberarão sua sexualidade.

Por outro lado, é provável que crie transtornos do desejo?

Se isso cria problemas, é desde o início do relacionamento ou quase. A pessoa mais jovem pode viver isso como proibido. Ela vai pensar: “Nós não podemos fazer isso com alguém dessa idade”. E isso pode inibir isso. Portanto, é necessário que a pessoa mais velha faça suas travessuras naturais.

No início, na intimidade, os casais vivem, em geral, bem. É quando eles terão que socializar, que haverá os olhos dos outros, que olharão para o começo apenas a diferença de idade, que pode ser complicado. É necessário ser capaz de banalizar essa diferença, de vivê-la naturalmente, sabendo que a sociedade tem mais o hábito de casais em que o homem é mais velho e, portanto, o aceita melhor, mas que se torna cada vez mais comum as mulheres têm maridos mais jovens e isso dura há anos!

Pode ser mais velho que o complexo de um parceiro?

É diferente em mulheres e homens. O primeiro passo, no homem mais velho , é retratar porque ele saiu com uma garota de 25 anos quando tinha 50! É o instinto do caçador que fala. Ele tentou, ele conseguiu, ele ainda é capaz … E ele se vangloria!